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13 กันยายน Ulisses (Mensagem)II
Os Castelos
Primeiro
Ulisses
O mito é o nada que é tudo.
O mesmo sol que abre os céus
É um mito brilhante e mudo --
O corpo morto de Deus,
Vivo e desnudo.
Este, que aqui aportou,
Foi por não ser existindo.
Sem existir nos bastou.
Por não ter vindo foi vindo
E nos criou.
Assim a lenda se escorre
A entrar na realidade,
E a fecundá-la decorre.
Em baixo, a vida, metade
De nada, morre.
Vou fazer uma adaptação daquilo que escrevi a 20 de Agosto, às 23:45, no meu caderno.
Interpretemos, então.
Na primeira estrofe começamos com um aforismo que é desenvolvido nos versos seguintes. O mito é o nada que é tudo. Há dois pontos de vista opostos, mas ambos igualmente válidos do ponto de vista do poeta. O mito é nada quando visto de uma maneira objectiva. Nada (ou quase nada) de factual pode comprovar uma história que entra muitas vezes no domínio do fantástico. Não se pode senão especular acerca das raízes de determinado mito. Frequentemente as suas origens são tão remotas que se lhes perde o rasto e ficamos reduzidos às dúvidas, ou seja, ao nada. O mito procurava explicar de uma forma inteligível uma realidade inexplicável ou incompreensível aos olhos dos Homens. Nos dias que correm, aos olhos das ciências naturais, os mitos são, de facto, nada. Encontrámos melhores explicações para os fenómenos e, como tal, dizemos serem naturais, ao invés de terem origem em misteriosas divindades. Assim o mito pode ser nada, porque de concreto, factual, tem pouco ou mesmo nada.
Mas o mito é também tudo porque é o resultado de séculos de acumulação de riqueza cultural, histórias do povo, tradições de origens imemoriais, tradição oral, influências externas, etc. O mito, como será explicitado mais adiante, é uma amálgama, uma justaposição, aglomeração, diluição, que pode ser "misturada", "agitada", "salteada" e que poderá eventualmente repousar intacta durante longos períodos de tempo ("congelada"). As receitas variam, e a única constante é o quão variáveis e imprevisíveis são esses processos. O mito, por ser o tesouro acumulado de um povo, confunde-se com o seu carácter. O mito está no coração da identidade das gentes e funde-se com as suas tradições, crenças, modos de vida, religião, hábitos e costumes, tornando-se naturalmente omnipresente e definidor do modo de um povo encarar a vida.
Agora, como é que o próprio sol que abre os céus, brilhante e mudo, pode ser um mito?
A resposta parece-me ser apenas uma. O sol foi mitificado, ou antes, divinizado por quase (senão) todas as civilizações conhecidas. Apollo, Amon-Rá e muitos, muitos outros eram a personificação do sol. Os chineses têm mitos em que não há um, mas vários sóis que brincam pelo céu. Na Índia o símbolo solar era uma suástica invertida, muito antes de Hitler a usar, e era também adorado em templos a ele dedicado. Há quem fale até de paralelos entre a Bíblia e os acontecimentos cósmicos, sendo que Deus e o próprio Jesus teriam percursos semelhantes ao do sol (vide: The Astrological Foundation Of The Christ Myth by Malik H. Jabbar - Book Review By Viola Wilkinson). Melhor ainda, vou citar uma passagem de um livro que comprei recentemente chamado Textos Neo-Gnósticos por António de Macedo, páginas 28 e 29. De facto, o autor é um tipo curioso. Aqui vai.
"Segundo alguns historiadores, estaria na associação de Cristo com o «Sol de Justiça» a escolha do Solestício de Inverno para celebrar o «nascimento do Sol invencível», Natalis Solis Invicti, um ritual pagão (Saturnalia) que festejava, com ritos de alegria e troca de prendas, desde o dia 17 de Dezembro até ao dia 25, o momento em que o Sol «cresce», ou renasce, após o dia ter atingido a sua duração mais curta (21-22 de Dezembro). Com efeito, nessa data o Sol atinge a sua declinação-Sul máxima, cerca de 23º 26', estacionando nela durante três dias e retomando o «caminho do Norte» a partir do dia 24 ou 25. [...] Assim, o percurso solar ao longo do ano marca os «passos iniciáticos» do percurso de Cristo e, ao mesmo tempo, marca os pontos fulcrais da liturgia ao longo do ano, em referência às «provas» cíclicas por que tem de passar todo o ser humano na sua vida evolutiva..."
(O que está a negrito é o que está originalmente a itálico.) Aqui mesmo, onde vivo, em toda esta encosta voltada a Sul , sobretudo a Sul da Serra de Sintra (Cascais, portanto), prestava-se culto ao Sol, enquanto que na Serra de Sintra propriamente dita, o tal Monte da Lua, se adorava a Lua. Também os Aztecas e os Maias eram adoradores do Sol cujos ciclos marcavam os seus calendários.
A explicação destes versos nos dois seguintes revela-nos uma outra realidade. O corpo morto de Deus / Vivo e desnudo. Mas Deus tem corpo e pode morrer? (Aqui entra uma interpretação de uma índole muito mais pessoal, portanto preparem-se.) Claro que não. Pessoa referia-se em sentido figurado à realidade física. Deus, ou antes, a parte de Deus que nos cabe, ao julgar-se separada do Todo, ou seja, do Pai, conheceu a morte, e assim foi criada a "realidade" física, o universo físico, a fisicalidade, o corpo. Aos olhos de quem conhece (ou lembra) Deus, é um corpo morto, mas aos olhos dos restantes corpos está vivo e exposto, evidente, desnudo. Deus não concebe algo separado de Si, fomos nós que, ao julgarmo-nos separados, criámos o mundo físico que aos olhos do corpo parece vivo, evidente e real.
Ulisses, como mito que é, surge do nada ou do quase nada e vai-se criando, acumulando a riqueza e variedade cultural que o ou os povos lhe dão ao longo de séculos. Daí que por não ser (o mito é nada) foi existindo, foi vindo (resultou da criação de um povo, adquirindo as características que este lhe foi dando, como barro nas mãos do oleiro). Assim o mito nos criou, ao criar a nossa origem que de outra forma seria simplesmente obscura. O mito que foi sendo criado por gerações sucessivas de antepassados, assim que está estabelecido passa a ser um factor preponderante na criação da identidade de um povo.
Daí resulta que a lenda ao ser tomada como explicação da realidade ou da nossa origem, passa a ser tomada como facto e, como tal, fecunda a realidade tornando-a mais rica, mais bela, misteriosa e digna de espanto e maravilhamento.
O Homem pode elevar o mito ao estatuto de crença religiosa, elevá-lo Alto, sobretudo quando explica o inexplicável ou obscuro e as raízes do mito estão também elas pouco claras, sem que se possa descortinar a "história da história". O Homem coloca o mito no Alto como mensagem divina que explica ao Homem comum os mistérios dos deuses de uma forma inteligível. É assim que surge o "baixo" em oposição ao Alto dos mitos que são aparentemente eternos e divinos. Em baixo, a vida, metade / De nada, morre. Portanto, a vida é uma das metades de nada. A vida [...] morre. A outra metade só pode ser a morte. Vida e morte são os dois lados da existência neste mundo. Há gente encarnada e gente desencarnada. A vida morre e a morte nasce, dir-se-ia. Porque o ciclo visível (daqui) é da vida para a morte, mas é inegável que da morte se vai para a vida. Claro que a morte é, na verdade, vida para além da morte. E, já agora, deixo à vossa consideração se não será que tanto a vida encarnado como desencarnado não serão exactamente o oposto, a morte, se acreditarmos que estamos separados de Deus.
Por isso é que a vida e a morte são apenas são os dois lados de coisa nenhuma, nada. São ciclos intermináveis cujo único momento de verdade é o regresso a Deus. Só Deus dá significado à existência. Estar "vivo" ou "morto" é o mesmo se nos julgarmos separados d'Ele.
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Fartei-me de copiar, quase não inventei nada para além do que já tinha escrito. Peço desculpa pela demora. Era suposto ter sido postado imediatamente a seguir ao último, mas fui interrompido e só agora consegui retomar. Entretanto fui a exame da época especial e chumbei a Laboratório de Projecto III. É grave porque vou ter um segundo semestre de loucos, com dois projectos e com aulas sobrepostas que não sei como vou gerir. Parece uma missão impossível... Pelo menos vou ter um professor do 4º ano no qual confio minimamente, o arquitecto António Leite. Enfim, logo se vê. Abraços! [[[]]] 02 กันยายน Esqueçam o inglês. Adeus camones! LOLPois é, meus caros, tenho falhado redondamente nos meus posts aqui. Mas vou tratar de pôr algo novo. Vou postar a minha interpretação de mais um poema da Mensagem, já de seguida. Agora, apenas vos digo que os posts em inglês acabaram. Não vale a pena, porque blogs bilingues é coisa que simplesmente funciona mal. Não vou fundar outro blog em inglês por enquanto. De qualquer maneira, se o fizer, há-de ser algo completamente novo, cheio de testemunhos pessoais, mas não me vou identificar. Vou criar um pseudónimo e não vou dizer a ninguém onde o encontrar. E verei o que dá. Provavelmente não dará nada, vai ser mais um blog ao abandono. Mas pode ser que não... A esperança é a penúltima a morrer. :p
Bom, vou postar a interpretação. 25 มิถุนายน So it's boring, is it? | Ai é chato, é?Tá bom. Vou tomar nota.
Ok. I'll consider that.
From now on I'll do it like Bel. Micro-posts. And I won't take complaints!
De agora em diante farei como a Bel. Micro-posts. E não aceito reclamações!
Tenho dito.
Said. 22 พฤษภาคม Palmas para Marinho Pinto | Tratolixo EnterrolixoDuas curtas notas, que amanhã tenho "visita de estudo" em Évora e tenho de sair de casa às 7:30.
Palmas, vénias, vivas e hurras ao bastonário da Ordem dos Advogados! Acabei de ver o Jornal Nacional da TVI e ouvi-o dizer poucas e boas à Manuela Moura Guedes. Fico felicíssimo por saber que ainda há pessoas que sabem como se deve fazer jornalismo. Aquilo, ou seja, aquele telejornal, e sobretudo o de Sexta-feira que ela apresenta, nunca foi verdadeiro jornalismo. Aquilo não é e nunca será isento. O que o Sócrates disse é verdade, afinal. Aquilo é muito mais uma "caça ao homem", um exercício de maledissência e um constante levantar de falsos testemunhos, dir-se-ia mesmo quase fabricação de escândalos onde, muitas vezes, não haveria nada a noticiar. Faço, no entanto, as seguintes ressalvas. Não estou a favor do Sócrates, sei perfeitamente que muito do que se disse nesses telejornais é merecido. Mas, por outro lado, sou a favor do jornalismo isento, porque só assim se trata de jornalismo sério e de qualidade, idóneo, portanto. Se a Manuela Moura Guedes integrasse uma equipa de jornalistas que se reunisse para criticar a actualidade num programa de televisão, isso é uma coisa. Agora, fazer de um telejornal este triste espectáculo, passando a realidade pelo filtro do destrutivismo e assumindo a denúncia (muitas vezes de ânimo leve) como fim em si mesmo, não é aceitável. Pena é que ninguém a não ser o maior alvo das críticas (Sócrates) tenha tido coragem de se manifestar contra isto até agora. Felizmente, o Marinho Pinto hoje em plena "entrevista" no Jornal Nacional disse à Manuela tudo o que ela merecia ouvir. E gostaria que mais gente se manifestasse contra esta vergonha de telejornal, este programa que de serviço público não tem absolutamente nada, que ao invés de informar - ponto final - pega nos factos e faz deles o que bem entende. Interpreta, julga, distorce, critica... E no fim já nem há informação, há denúncia, há reivindicação, há crítica, há transmissão de opiniões pessoais que nada têm a ver com jornalismo. Ouviu-as hoje, mas havia de ouvir mutas mais. Tenho dito.
E quanto ao Tratolixo que na verdade Enterrolixo, o que dizer? Que a maior parte da população da Área Metropolitana de Lisboa pagou e bem por um serviço, e que no fim de contas, alguém ficou com o dinheiro destinado ao tratamento dos resíduos, enquanto que este era enterrado ilegalmente e sem qualquer tipo de controle? Que os accionistas desta empresa pública são as autarquias desses mesmos concelhos da AML (Oeiras, Sintra, Cascais, Mafra...) e que deles é o poder de tomarem providências em relação a este crime ambiental, sem que até agora ninguém tenha dito absolutamente nada? Que votámos neles, pagámos o tratamento do lixo e no fim não só ninguém é punido, como ainda vamos ter de pagar a descontaminação dos terrenos orçada em 3,5 milhões de euros? Mas julgam que fica aqui? Claro que não! O próximo passo, o óbvio próximo passo, é descobrir que a poluição já chegou ao lençol freático o que irá aumentar exponencialmente o custo da descontaminação, e mais, descobrir que não só foram enterrados lixos domésticos como resíduos industriais perigosos. Não é muito difícil de ver a precariedade daquelas instalações em Trajouce. Para começar, aquilo deita um cheiro de tal ordem a quilómetros de distância que imagino a que é que cheira lá dentro. E depois, vendo pelo lado de fora tem um ar extremamente degradado, e isto só do lado de fora. Para onde foi o dinheiro se nem instalações adequadas têm? Nem instalações, nem capacidade de processamento de lixo, porque não há uma sem a outra. E o que dizer da proposta de lei que será aprovada pela maioria socialista que visa reduzir em cerca de 80% as coimas aplicadas às empresas que cometem crimes ambientais? Quem entende isto? Dir-se-ia que está todo um país contra! Mas eu digo-vos porquê. Porque mais uma vez, estão a defender os seus interesses. Não será de admirar que estejam, por esse Portugal fora, escândalos ambientais prestes a rebentar. E não esperem que sejam as micro, mini, "piquenas" e ínfimas empresas as poluidoras. Esta lei só serve para beneficiar quem teria muito a pagar, e esses, claro, são os grandes. E quem defende os grandes? Sócrates, ex-ministro do Ambiente.
Boa noite. 16 พฤษภาคม The Zeitgeist Movement II [Ego]I didn't say the Zeitgeist Movement was all wrong. I referred specifically to their idea of spirituality, which for me isn't spiritual at all. In that post I made in the Zeitgeist Forum I said it's an important first step towards our evolution. But don't think it can end where the movement's ideas stop. The free time people will have if that post-scarcity concept is applied can only lead to spiritual growth and consciousness expansion. That's what's (slowly) been happening since the 70's, and will continue to happen (thankfully). This growth has made us more aware than ever about a certain aspect of human experience, the ego.
The ego is basically the urge to fulfill our needs, physically speaking. More like the urge and the motor of the action that gets us what we need at a certain time. And it would be fine if it would be just that. But it grew larger and larger throughout History and it became the foundation of our thinking system. That probably happened so long ago, nobody can really tell when. Our thoughts are based upon the ego's thinking system, which leads to destruction, in this case, self-destruction. Of course the ego tends to drag along with it everyone that's near, specially if those people's egos are as active as one's ego. Look at certain "relationships" and watch those two egos feeding pain to each other. The ego wants to destroy you, to keep you apart from God and His Voice (which some people like to call intuition or the Holy Spirit). Wars, crime, guilt, anger, fear, pain, sorrow, it all has a lot to do with the ego.
So my point is, if our thinking system is left unattended and based upon the ego, how long would peace endure in a world where the Zeitgeist Movement and the Venus Project were a reality? Not for long, I'm sure. For even if all the issues that this movement intends to fix were solved, ego would find a way to create more problems. Impossible? There would probably be fights over who gets more prestige, since only a limited number of people could participate in the creation of the giant database that would run the planet. I don't think anonimity is an option. No one is that altruistic, these individuals should at least have the right to see gratitude in common people's eyes. So there would be fights over status and influence, and probably for many other reasons we don't know yet.
Summing up, without a revolution in our minds, without a change in our thinking system, the world won't change effectively. The Zeitgeist Movement is an important first step to free humans from pointless waste of time, but afterwards, and thanks to that very liberation, humankind must take the time to look inside and change what created the whole unbalance to begin with. And that's an ego based thinking system. Eckhart Tolle referred to pollution (in all its forms) as the physical manifestation of our inner unbalance, the ego's vicious circles, its obcessive, repetitive, mostly useless thinking. If you take some time to really observe your thoughts, you'll find 90% of them are pointless, and a big part of those are potencially insalubrious or negative. That's pollution, if you think of it. Most times your thoughts are lost in the past or future, or lost in useless imaginings and fantasies, unreal dialogues or monologues that simply don't bring you anything new. If we took some of that energy we lost and spent it wisely, we would become much more "sustainable", much more efficient. That's basically what also needs to be done externally, in the planet. We produce too much to go to waste. I guess that this would be taking the idea of sustainability ever further, but the Zeitgeist Movement stopped along the way. We'd have so much more energy to use if we'd waste less on what's not necessary!
See you soon! [[[]]] 15 พฤษภาคม In English [The Zeitgeist Movement]How about that, hey? Zephyr's now blowing in two languages. I don't think anyone has a reason to be disappointed. Seriously, I tried to make it work only in Portuguese, but my traffic has always been extremely low. So you could interpret this as a somewhat desperate attempt to boost this space's visibility. Not that it'll work. I wonder if I can get this space sindicated both in Portuguese and English in Windows Live... Well, at least I tried, and in the meanwhile I got to practice my English.
Now, about the Zeitgeist Movement. At first, I admit, I was delighted to see at last somebody had realized what is terribly wrong with our society. That is the way our economy is based on money and its only goal is creating profit. I read about this in Conversations with God at first. About how we should simply observe what works and what doesn't and act based on that. That's what this movement talks about when applying the Scientific Method to all aspects of life. Both Zeitgeist Movement and Conversations with God agree that in order to help people grow or evolve, we must give them time to do so. That's why there would be an automated production of goods that would fulfill every person's needs. Later on, I discovered that this idea is called "post scarcity", and none of these two were its source. So, for me, the best concept in the Zeitgeist Movement isn't originally theirs. But Neale Donald Walsches' vision (in Conversations with God) goes further were the Zeitgeist Movement stops.
The funny thing about the Zeitgeist Movement is that at first it seems that it conveys a very spiritual message. I was dumb enough not to take a look at their spritual goals. Instead, I was concerned by their ideas when they said that computers would do the architects' job. I even posted regarding that same issue and how it seemed they were suggesting people should worship science aad technology. I didn't get great answers, maybe due to the post's title... So when I finally looked at their spirtual goals, I got really upset. Take a look. There's also a Portuguese version here. Usually, I read directly from the original, as it was the case. Basically what they are saying is that the Scientific Method should also guide the people's spirituality, as it shows us how we share the same atomic substructure as trees, birds and all other forms of life, and how dependent we are from Nature. That the true relationship that matters isn't the one with "some personified concept of God", but with mother Earth. And they call this 'spiritual awakening'.
I'm not against the acceptance of our physical nature and the protection of our home, our planet. But to try to spiritualize physicality is ridiculous. The sole purpose of our bodies is communication. They are defending some sort of pseudo-natural spirituality, based on the respect and sustainable use of Earth's resources. To call that "spiritual awakening" is a contradiction. Where's the spirit? I see nothing but matter. Even worse, I see an attempt to divinize matter, either through the Earth and its resources or through technology. Maybe I got wrong their definition of spirit. For me, spirit is more or less the same as soul. Maybe they refer to spirit as in "moving force", "animating force". Or they mean spirit as in inspiration, ingenuity. Because in terms of soul, their ideas are completely empty.
I believe they should simply let the people decide about their spiritual paths. Some people feel confortable believing in a personified God, and I guess there's nothing wrong with that. Some people, just like me, believe there's more to it than simple matter. I believe in God, Creator of our souls, Him and His Son are indeed the only reality there is. Which means physicality is an illusion. It is only important as it sustains our bodies, thus allowing us to communicate. But to think that bodies, Nature and the Earth and their balance is all there is is extremely reductive. Summing up, in what comes to true spirituality, the Zeitgeist Movement is completely empty and misleading.
Neale Donald Walsch goes further by using the universal motto We Are One not only in physical terms (since we share one planet and its resources) but in spiritual terms as well (our souls are indeed one, part of God). In my opinion, any theory or idea on how we should live in the future needs a solid universal spiritual teaching to support it. Or, at least, if they really want to take universality seriously, they should simply set a moral conduct based on the greater good and let people choose their beliefs by themselves, as long as they're sane and constructive. The Secret, for instance, in my opinion, conveys an empty message, as people are invited to ask for all kinds of material possessions to this thing called universe, never thinking that there might be a God that matters more than this lamp's genie and what it has to offer. Anyway, "the law of attraction" hasn't been a secret for decades.
What else? I'm sure my usual readers will have something to say on this language shift. Nothing pretty I believe. But you know what geeks say: "evolve or die"! 24 กุมภาพันธ์ Tem de ser desta! [Relações]Pois bem, é agora ou nunca. O post vai sair a bem ou a mal.
Tenho escrito num sítio chamado Humanity's Team Worldwide Community. A Humanity's Team foi fundada por Neale Donald Walsch com o intuito de promover a cooperação de pessoas para trabalhar em determinadas causas, tanto a nível local como mundial. Sobretudo destina-se a espalhar a palavra e viver o facto de Sermos Todos Um. É portanto baseada nos livros dele, nomeadamente, nas Conversas com Deus. Fiz um post e abri uma discussão. Basicamente tratavam do mesmo. O aparente conflito entre a doutrina do Neale Donald Walsch e a do Eckhart Tolle. Enfim, resumindo, cheguei à conclusão de que o Eckhart Tolle fala de uma maneira muito mais abstracta e de coisas muito menos concretas do que o Neale Donald Walsch. E vendo as coisas como elas são, nunca consegui verdadeiramente aplicar os princípios do Eckhart. Meditar ou estar intensamente presente (silenciando a mente) tem estado fora do meu alcance e nem sei bem porquê.
Agora que fui à acupuntura dizem-me que é o meu fígado que ao sobreaquecer-me prejudica os meus rins (que me iriam arrefecer com os líquidos) e o baço (que iria produzir mais sangue para irrigar o cérebro). Assim o meu cérebro acaba sobreaquecido e mal irrigado. Isto explica o facto de na foto da minha aura esta começar a desaparecer assim que se aproxima do topo da minha cabeça. Isso e o cansaço crónico de quem não consegue descansar à noite. Agora e nos últimos tempos só consigo dormir sestas, calhem de noite ou de dia. E durmo-as só quando o meu corpo está à beira da ruptura.
Bom, entre este parágrafo e aquele dormi, jantei, vi televisão... Entretanto a minha net caiu... Que mais é que queria dizer? Que finalmente vejo alguns empecilhos fora do meu caminho. Empecilhos que saíram da minha frente por vontade própria, visto que eu provei ser incapaz de os tirar de lá. Na verdade é um super empecilho, um que vale por muitos. A maior fonte de frustração dos últimos tempos. E claro, era uma pessoa. Alguém que motivou vários posts e quase todos denotando a minha frustração e incapacidade de lidar com a situação. Mas não há "amizades unilaterais". Para que seja amizade, tem de ser recíproca. Logo, na verdade, não perdi nada, limitei-me a abrir os olhos. Demorou tempo demais, sem dúvida. Mas mais vale tarde que nunca. E faço votos para que tenha sido a última vez que me pisaram os calos. Daqui em diante ninguém poderá ir tão longe, ninguém me poderá maltratar continuadamente e ficar impune. Porque eu vou saltar fora sem olhar para trás. E claro, não deixo de me perguntar o que terei eu feito de errado para merecer isto. A verdade é que não fiz nada. O meu ego é que esfregou as mãos de contente por ter encontrado alguém disposto a jogar o seu joguinho ao fazer-me sofrer. E é preciso admiti-lo, toda esta história não passa de uma ilusão. Nunca houve amizade, houve foi servidão da minha parte, houve vassalagem. Que bom o feudalismo ter acabado.
Li no Um Curso em Milagres que se nos podemos desiludir com alguém, é sinal que não existia amor, mas ódio. Um ódio camuflado de amor, aparentemente excluído da equação, mas pronto a brotar do chão onde tinha sido enterrado assim que não encontramos no outro aquilo que procurávamos. Porque na verdade tinha sido o ego a comandar todo o processo, foi o ego que buscou fora de nós uma identidade, que procurou alguém que nos desse segurança, que partilhasse a vida connosco, que nos fizesse sentir amados, necessários, vitais! Mas na verdade, tudo isso é oco. Porque alguém que procura no outro uma forma de se completar está iludido. Nós temos de ser completos porque fomos criados assim. Só quando nos juntamos a alguém numa escolha consciente e livre é que essa união é válida. De outra maneira tornamo-nos parasitas um do outro, naquela velha lógica do "toma lá, dá cá" e claro que algo assim instável só dura até que um dos egos dê sinal. Aí começam as desavenças e brota o ódio subjacente. Dizia o Gabriel García Marquez na sua célebre frase que muita gente crê que define o amor: te quiero no por quien eres, sino por quien soy cuando estoy contigo. Pois parece-me que nunca ouvi o ego falar tão alto como aqui. Na verdade nem se ama a si próprio, mas o comportamento que tem junto de determinada pessoa. Que fique bem claro que não existem subespécies de amor. O amor ou é total ou não existe. Porque "amor parcial" é uma contradição, um oxímoro. Se é amor, não é parcial; se é parcial, não é amor. Podemos estar enganados a respeito dos nossos sentimentos e isso é frequente. Podemos pôr as mãos no fogo por uma relação e queimarmo-nos à primeira desavença. Daí a importância de saber parar e observar o que vai dentro de nós. Amor? Ódio? Medo? Porque numa relação em que queremos prender o outro por medo de o perder, podem crer que o que está em jogo é medo e não amor. Então assim que o outro pisa a linha, vem a culpa minar e explodir por dentro a relação. Depois joga-se à batata quente atirando a culpa de um para o outro sob a forma de acusações. Se isso não é ódio, não sei o que é. Há quem julgue que pelo facto de os corpos estarem juntos a relação será sólida. O que não falta são casais presentes em corpo, mas longíssimo em espírito. Há quem pense que obrigações em comum (como filhos) possam manter um casamento. Sabemos que é mentira.
Enfim, a porcaria do quicktime quer fechar-me o internet explorer para actualizar... E este post já vai gigantesco. Rematamos com quê? Com a certeza de que para que uma relação realmente funcione é preciso que esta se baiseie na partilha, no crescimento de ambos, na liberdade que dá espaço a cada um para ter o seu próprio caminho e decidir livremente se quer estar junto ou não, no não-julgamento, no apoio e estímulo mútuo, e sobretudo, com uma atitude crítica e auto analítica que faça luz sobre o ego não o deixando falar mais alto que a voz do amor. É a primeira vez que sistematizo isto e está a soar-me bastante bem, modéstia à parte! ^^ Se tiverem sugestões, comentem.
E pronto, vamos fazer a vontade ao quicktime... 12 กุมภาพันธ์ Um dia de MERDA! por autor desconhecido«Aeroporto Santos Dumont, 15:30 . Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas . Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. ” Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo .” O avião só sairia as 16:30. Entrando no ônibus, sem sanitários . Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro” Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda . O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista .” Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro [gozar]. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele . E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado . Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que da vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada . Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal . Mas sem dúvida, a situação tava tensa . Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério : ” Cara, caguei.” Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle . ” Que se dane, me limpo no aeroporto ” - pensei . “Pior que isso não fico .” Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte . Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda . Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que e lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés . E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade . E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado . Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa . E me caguei pela quarta vez . Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess [penso higiénico] na cueca , mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto . Mas era tarde demais para tal artifício absorvente . Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada . Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe [cabine], constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco . Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né ?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço ) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia . Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o ” check-in ” e ia correndo tentar segurar o vôo . Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte . Ele tinha despachado a mala com roupas . Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V". A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus . Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis . Minha cueca , joguei no lixo . A camisa era história . As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10 Teria que improvisar . A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada [sanita] em uma magnífica máquina de lavar . Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu . Estava pronto para embarcar . Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calcas do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa . Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando "O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria . A aeromoça [hospedeira] aproximou-se e perguntou se precisava de algo . Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir: ” Nada , obrigado . Eu só queria esquecer este dia de merda!!!"» __________________________________________________________________________________________ História verídica, segundo dizem. E esta é a versão original. Aos senhores que resolveram adaptar para português de Portugal sem indicar sequer o autor original, que tenham vergonha na cara. E ainda por cima não traduziram bem. Quanto a mim, estou a ter o meu próprio dia de merda. Estou de gastroentrite, vomitei pelas duas pontas. Isto no dia do jantar de turma. Azar? Não, é a maldição dos mufins de chocolate... Ou do frango... Ou da empada de galinha... Nesta altura, tudo o que tomei foi uma chávena de chá. E comprimidos para a diarreia. Pronto, já me queixei, já estou feliz. lol Um dia destes faço um post a sério. Bye bye. Actualização [2009-03-02] - Segundo o meu caro amigo Armand, este texto não será da autoria desse tal Veríssimo, visto que a linguagem aqui usada não se coaduna com a linguagem desse autor. Daí a alteração do título. Reparei que a data, em cima, está actualizada. Espero que não apareça num novo post. 16 มกราคม Os Sete ChakrasAqui vai um vídeo que explica bastante bem a história dos 7 chakras. A única coisa com que não concordo é a cor que atribuem ao chakra da coroa, que me parece que devia ser branco. Até porque está a destoar com a sequência lógica de cores... O sétimo chakra, por ser o que nos liga ao mundo espiritual deve ser branco, na minha opinião. Enfim, vejam o vídeo. Encontrei-o através do Stumble ná categoria de espiritualidade. Chama-se Kundalini Awakening.
E aí está, n'joy. : ) 15 ธันวาคม Escola Superior de Comunicação Social do "Carrilhão" da GraçaPois bem, caríssimos, eis que vos dou o testemunho directo da minha irmã, utilizadora da Escola Superior de Comunicação Social, em Benfica, inaugurada em 1994, obra do arquitecto Carrilho da Graça. Arquitecto esse que ganhou o Prémio Pessoa este ano.
Aparentemente, as qualidades arquitectónicas do edifício da Escola Superior de Comunicação Social são tema recorrente de muitas aulas que aí têm lugar.
O acesso a deficientes motores não foi totalmente previsto em projecto. Só assim se explica que a rampa junto à escada que faz o acesso principal só tenha sido construída 10 anos depois da inauguração. A escada de acesso, de largos cobertores e espelhos pequenos é cansativa e "interminável", assim como a estreitíssima rampa que a acompanha. No fim da escada e rampa há um empedrado extremamente irregular que é responsável por dezenas de entorces dos pés dos utilizadores.
A recepção (onde estão os seguranças) não tem visibilidade para quem entra, daí que tivesse obrigado a direcção da escola a instalar câmaras de vigilância por todo o edifício. A escola está dividida por dois blocos, o edifício G, de 5 pisos, de gestão e com os gabinetes dos professores e o edifício P, de 3 pisos, pedagógico, das aulas, refeitório, bares e núcleos (jornal 8ª colina, teatro da escola 2ª circular, audiovisual e multimédia, o programa de televisão da escola E2).
Os professores estão separados dos alunos, algo que não costuma ser muito desejável. Nos dois primeiros pisos há nove salas de aula servidas por um amplo corredor. Esses corredores podem ser óptimos para circular, mas não se pensou no facto dos tempos de espera que os alunos têm aguardando pelos professores e no intervalo das aulas. Isto é, não foram projectados bancos para que os alunos se pudessem sentar. Foi pedida autorização ao arquitecto para colocar os tais bancos, mas só autorizou a colocação de três, o que é manifestamente insuficiente.
As persianas de todas as salas são de uma tal marca italiana que de cada vez que se estragam obrigam a que venha um técnico de Itália de propósito para as consertar. A maior sala de aulas, com capacidade para 150 alunos, tem uma distância anormal entre o quadro e a última fila de alunos. É impossível ver-se o que lá está escrito a partir do meio das filas de cadeiras. A sala é demasiado comprida.
Em todas as salas os interruptores estão ao pé do quadro, na ponta oposta à porta. Escusado será dizer que, sobretudo na sala maior, os professores à saída, durante a noite, ao desligarem a luz, tropeçam em várias cadeiras antes de conseguirem sair da sala.
Em quase todo o corredor do primeiro piso, a luz natural só entra por umas janelas de escotilha minúsculas. Todas as salas de aula estão viradas a NNW, com uma exposição solar mínima.
Há ainda umas escadas que vão ter a lado nenhum, ou antes, a um precipício. As escadas sobem e acabam abruptamente no vazio. E, nas palavras do professor Madeira Correia, ali é o "maior cemitério de guarda-chuvas do país". Isto na entrada do edifício, depois da escadaria. Talvez o arquitecto devesse ter pensado em proteger os utilizadores do excesso de vento.
Há que ter em conta que estes inconvenientes multiplicados por todos os dias se podem tornar muito irritantes.
Prometida fica a crónica da nossa própria faculdade, que comparando com a da minha irmã faz destes problemas algo de relativamente pequeno para não dizer insignificante. Estou surpreendido, estava à espera de revelações de incompetência bombásticas, mas... não... muito. lol
Enfim, deveis ficar sem posts meus até à próxima semana. Bom ante-Natal!
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Aquilo que estou a ler agora.
As minhas conclusões.
Obrigado pela visita! E já agora, se tiveres tempo e paciência, deixa aqui uma opinião, uma crítica, um simples olá ou o que tu quiseres!
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